Sardes

A viva-morta

…Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto.” (Ap 3:1 – ACF)

Imagine uma igreja que fazia tudo corretamente, seus cultos perfeitos, uma liturgia impecável, o louvor então…só profissionais. A emoção extravasava naqueles cultos, que maravilha. A recepção era acolhedora, calorosa, tudo tão certinho…Além dos cultos, cheios de luzes e efeitos, havia reuniões abençoadas, visitações, aniversários, olha…tudo de bom. E os líderes eram amáveis, atenciosos e sociáveis. Estratégias é que não faltavam, estavam sempre ocupados e preocupados com a igreja.

Mas algo não acontecia na igreja. O poder do Espírito Santo não se manifestava nas reuniões, não ocorriam milagres e maravilhas, o verdadeiro Evangelho da Paz não estava sendo anunciado. Não evangelizavam mais, não estavam estudando a Palavra de Deus…porque pesar as pessoas se elas procuravam um momento de alívio de sua rotina estressante de trabalho e responsabilidades. O discurso tinha que ser leve e agradável aos ouvidos do povo. Falar em línguas era sentido como um ato de fanatismo ou fundamentalismo, deixar-se mover pelo Espírito de Deus era um peso, pois seus corações estavam fechados à verdadeira presença de Deus.

Jesus declara que não encontra justiça nas obras dessa igreja, ou seja ela está espiritualmente morta, apesar do grande movimento que nela ocorria. O Senhor exorta a lembrar do verdadeiro Evangelho e arrepender-se dessas obras inúteis. Pede também que seja vigilante para não ser surpreendido na Sua volta. O fiéis verdadeiros, os remanescentes, que sempre estão na igreja de Deus, devem ser buscados e valorizados, pois estes ensinarão a andar com Jesus.

Ao que obedecer receberá vestes brancas e o nome não será riscado do livro da vida, e mais o seu nome será confessado por Cristo diante de Deus e dos anjos. No Evangelho há vida abundante, porém, nas obras humanas há dor e perdição.

“Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.
Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé.” (Rm 1: 16, 17 – ACF)

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